quinta-feira, 19 de agosto de 2021

‘Estamos no fim dos tempos e devemos pregar a todos’, diz pastor que evangeliza nas ruas


 O pastor Charles Kaloli Nsubuga está reforçando a missão de pregar o Evangelho em mercados e estradas para compartilhar as Boas Novas para mais famílias e comunidades no distrito comercial central de Kampala, em Uganda.

Com um sistema de alto-falantes, púlpito portátil e um intérprete, o Pr. Kaloli insistiu que vivemos no Fim dos Tempos, portanto, os ministros do Evangelho devem permanecer comprometidos em preparar as nações para a vinda de Jesus Cristo.

Ele citou Mateus 24:14, que diz: “E Este Evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações; e então virá o fim.”

Por meio de Mateus 11: 28-29, que diz em parte: “Vinde a mim, todos vós que estais cansados ​​e oprimidos, e eu vos aliviarei ...”, o pastor Kaloli explicou que Jesus Cristo oferece esperança a todos os desafiados pelas dificuldades desencadeadas principalmente pela pandemia.

Ele insistiu que o desejo de Deus é que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento e recebam o dom da salvação de Deus por meio de Jesus Cristo.

Dificuldades com internet

Nem todo cristão em Uganda tem acesso a serviços de transmissão ao vivo ou outras plataformas digitais usadas para compartilhar o Evangelho após o fechamento prolongado de igrejas devido à Covid-19. Essa é a razão que alguns líderes da Igreja, como o pastor Kaloli Nsubuga do Miracle Worship Center, decidiram ministrar em locais públicos.

Enquanto o presidente Yoweri Kaguta Museveni relaxou a maioria das restrições ao coronavírus na sexta-feira (13) para permitir a recuperação do setor privado, os prédios da igreja permanecerão fechados por mais 60 dias, junto com escolas, academias e bares etc.

Os relatórios mostram que havia 12,16 milhões (26,2%) de usuários de Internet em Uganda em janeiro de 2021. O número de usuários de Internet no país aumentou apenas 1,5 milhões (+ 14%) entre 2020 e 2021.

Longe da realidade local

O Dr. Dennis Kilama, pastor e vice-reitor da Universidade Renovação da África em Uganda, uma universidade evangélica que prepara líderes para transformar a sociedade, escreveu um artigo, publicado pela Gospel Coalition (África), dizendo que, na esteira do Covid-19, a possibilidade de pastorear uma congregação usando a internet está longe da realidade e não é uma possibilidade para a maioria dos pastores africanos.

“A Internet é um luxo. Poucos podem pagar", disse ele, observando, no entanto, que "este não é o momento para um pastor se retirar e tirar uma licença sabática".

Ele avisou aos pastores que muitos fiéis que ficaram sem pastor se alimentarão de “veneno espiritual” que poderia causar efeitos de destruição a longo prazo após o fim do Covid-19.

O Pr. Dennis Kilama disse ainda que é essencial que os pastores reestruturem as operações do ministério da igreja e pratiquem a liderança como uma equipe e não como liderança individual. “Certifique-se de que cada membro esteja diretamente sob algum cuidado pastoral e responsabilidade”, disse ele.

Pastorear de perto

O pastor recomendou o uso regular de comunicação telefônica e registro de detalhes da situação de cada membro.

“Conheça a situação de cada membro durante esta pandemia e como apoiá-los. A maioria das pessoas nas igrejas africanas vive em um espaço geográfico próximo que pode ser percorrido a pé ou acessível por transporte público. É importante que um pastor praticamente agrupe os membros com base em seu local de residência. Isso garantirá que a qualquer momento um membro possa ser facilmente alcançado por outro membro da igreja para fornecer apoio um ao outro. É preciso entender que distanciamento social não é distanciamento relacional”, afirmou.

“Dos fiéis à liderança e da liderança aos fiéis. As linhas de comunicação devem ser esclarecidas para os membros. Coloque cuidado pastoral sobre os membros em suas diferentes áreas. Cada 10 pessoas deve ter um líder pastoral a quem se reportar. Prepare material que eles possam usar quando a congregação não puder reunir corporativamente. Isso pode incluir um esboço de sermão, um guia de estudo da Bíblia e uma planilha para crianças. Isso informará o conteúdo do estudo e as reflexões das escrituras. E evite a infiltração de falsas doutrinas”, disse o Pr. Kilama.

Fonte: Portal Guiame

Governo do Sudão detém carregamento de Bíblias na alfândega, denunciam líderes cristãos


Líderes cristãos no Sudão, África, revelaram que o governo deteve um carregamento de Bíblias, exigindo taxas alfandegárias das quais a literatura religiosa está isenta. Os líderes da Igreja afirmaram que há uma grande necessidade de Bíblias em árabe entre os cerca de 2 milhões de cristãos no país.

O reverendo Saad Idris Komi, presidente da Igreja Pentecostal do Sudão, afirmou que as autoridades alfandegárias não liberaram a remessa de Bíblias no início deste mês, por rejeitarem o pedido de isenção de impostos da igreja. 

Líderes cristãos no Sudão, África, revelaram que o governo deteve um carregamento de Bíblias, exigindo taxas alfandegárias das quais a literatura religiosa está isenta. Os líderes da Igreja afirmaram que há uma grande necessidade de Bíblias em árabe entre os cerca de 2 milhões de cristãos no país.

O reverendo Saad Idris Komi, presidente da Igreja Pentecostal do Sudão, afirmou que as autoridades alfandegárias não liberaram a remessa de Bíblias no início deste mês, por rejeitarem o pedido de isenção de impostos da igreja. 

O pastor Komi explicou que desde de julho de 2020, a Lei dos Direitos e Liberdades Fundamentais do Sudão garante a isenção de impostos sobre a literatura religiosa. 

O conselheiro do ministro do Ministério de Assuntos Religiosos e Dotações do Sudão, o cristão Botrous Badawi, apresentou uma reclamação sobre o carregamento de Bíblias detido durante um workshop sobre liberdade religiosa em Cartum, capital do país, no dia 8 de agosto. 

Imóveis das igrejas confiscados

Badawi também criticou a falta de medidas das autoridades para devolver os imóveis de igrejas, que foram confiscados no governo do ex-presidente Omar al-Bashir, deposto em abril de 2019. 

Entre os imóveis, está o antigo Clube Católico, localizado em frente ao Aeroporto Internacional de Cartum. Durante a presidência de Bashir, o prédio foi transformado na sede do Partido do Congresso Nacional. 

Um prédio da Igreja do Interior do Sudão, usado pela Igreja Internacional de Cartum e por outras organizações cristãs, também foi confiscado para abrigar os escritórios do antigo Serviço Nacional de Inteligência e Segurança (NISS), que prendia cristãos sem acusação ou julgamento.

Durante o governo islâmico de Bashir, igrejas foram confiscadas ou destruídas, e a literatura cristã foi limitava sob a justificativa de que a maioria dos cristãos sudoneses já haviam deixado o país, de acordo com o relato dos líderes da Igreja.

Desde 2012, o Sudão expulsou cristãos estrangeiros e autoridades invadiram livrarias cristãs e prenderam crentes. O governo ameaçou de morte os seguidores de Cristo que se recusaram a abandonar o país e a delatar outros cristãos. Em abril de 2013, o então Ministro de Orientação e Dotações do Sudão anunciou que licenças para a construção de novas igrejas não seriam concedidas.

governo de transição, iniciado em 8 de setembro de 2019, liderado pelo primeiro-ministro Abdalla Hamdok, ficou encarregado de governar durante um período de 39 meses. Hamdok enfrenta o desafio de erradicar a corrupção e um estado islâmico, enraizado durante os 30 anos de poder de Bashir. 

Em março de 2020, o Sudão ordenou o fim dos comitês impostos às igrejas pelo antigo regime, uma medida necessária para devolver as propriedades da igreja. Agora, os líderes cristãos aguardam a ação legal para recuperar seus prédios. Eles estão exigindo que o governo de transição devolva todos os imóveis que foram tomados de forma indevida. 

Sudão está na 12º posição na lista dos países mais perseguidos, de 2021, da Missão Portas Abertas.  

Fonte: Portal Guiame

quinta-feira, 3 de junho de 2021

Israel elege seu 11º presidente, neto do primeiro rabino-chefe do país



 O presidente da Agência Judaica, Isaac Herzog, foi eleito o 11º presidente de Israel depois de receber 87 votos dos membros do Knesset, o parlamento israelense. Sua oponente, Miriam Peretz, recebeu 27 votos e três abstenções.

Foi a maior vitória das eleições presidenciais na história de Israel. Herzog substituirá o presidente Reuven Rivlin quando seu mandato terminar, em 9 de julho.

Herzog é filho do sexto presidente de Israel, Chaim Herzog, e neto do primeiro rabino-chefe de Israel. Ele também tem uma longa carreira política: foi chefe do Partido Trabalhista, líder da oposição, ministro do Bem-Estar e da Diáspora.

“Serei o presidente de todos”, disse Herzog, destacando os israelenses de todos os espectros políticos e os judeus da Diáspora.

Herzog disse, ao lado de Netanyahu, que estava pronto para trabalhar com qualquer governo e qualquer primeiro-ministro.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e o líder do partido de direita Yamina, Naftali Bennett (que está tentando substituí-lo), parabenizaram Herzog e desejaram felicidades a Peretz.

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, parabenizou Herzog na quarta-feira (2). “Estou confiante de que, sob sua presidência, a parceria entre Israel e os EUA continuará crescendo e se aprofundando”.

O cargo da presidência de Israel é em sua maior parte cerimonial, mas desempenha um papel fundamental na decisão de quem recebe o mandato para formar um governo após as eleições. O presidente também tem o poder de conceder clemência, o que poderia se tornar importante caso Netanyahu fosse condenado em seu julgamento por corrupção, que está em andamento.

Fonte: Portal Guiame

Pastor traz esperança para os que estão em luto: “Quando Jesus voltar, não haverá morte”

 


O que acontece após a morte? Ainda há esperança de reencontrar alguém que partiu? Estes têm sido os questionamentos em tempos de pandemia, enquanto o número de mortos pela Covid-19 continua aumentando dia após dia.

Para responder a estas perguntas, o pastor Joel Engel é enfático: “Vamos nos reencontrar sim, e isso vai acontecer a qualquer momento, quando Jesus voltar. É por isso que amamos a volta de Jesus, porque essa é a nossa esperança. Ele vai voltar, e todos aqueles que partiram crendo Nele, irão ressuscitar”.

Sua resposta é baseada em 1 Tessalonicenses 4:13-17, que diz: “Não queremos que vocês sejam ignorantes quanto aos que dormem, para que não se entristeçam como os outros que não têm esperança. Se cremos que Jesus morreu e ressurgiu, cremos também que Deus trará, mediante Jesus e juntamente com ele, aqueles que nele dormiram.” 

O texto continua: “Nós, os que estivermos vivos, os que ficarmos até a vinda do Senhor, certamente não precederemos os que dormem. Pois, dada a ordem, com a voz do arcanjo e o ressoar da trombeta de Deus, o próprio Senhor descerá do céu, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois disso, os que estivermos vivos seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, para o encontro com o Senhor nos ares. E assim estaremos com o Senhor para sempre”.

Em culto transmitido na terça-feira (1), o pastor Joel Engel explica que todos aqueles que creem em Jesus, serão arrebatados nas nuvens quando Cristo voltar. “Mas antes de sermos arrebatados, todos os que morreram em Cristo serão ressuscitados e receberão um corpo novo, o que chamamos de corpo glorificado. Esse corpo não morre mais”, ensina.

“A partir deste momento, iremos viver para sempre, porque estaremos com o Senhor. Foi esse encontro tão esperado que deu forças para os apóstolos entregarem suas vidas como mártires”, observa o pastor.

Criados para voltar à origem

Para entender a causa da morte, Joel Engel volta à história da origem da humanidade, relatada em Gênesis 1. “Quando Adão e Eva foram criados no jardim do Éden, o projeto de Deus era que o homem vivesse para sempre. Você foi criado para viver eternamente com Deus e o plano vai ser concretizado; ninguém poderá impedir os planos de Deus”, lembra.

A Bíblia relata que, no princípio, o homem foi criado à imagem e semelhança de Deus. O homem, então, foi colocado para viver em plena comunhão com o Criador dentro do jardim do Éden, onde não havia morte. 

“O jardim, chamado paraíso, é o primeiro lugar para onde vamos voltar. Onde tudo começou, também será o nosso destino”, destaca Engel.

No jardim também estava Satanás, o anjo caído, mas a morte estava inativa, explica o pastor. “Mas quando o homem e a mulher comeram do fruto e desobedeceram a Deus, eles acionaram a morte”, afirma.

“Quando o homem pecou, ele ficou com uma falha interna. Por isso, eles tiveram que deixar o paraíso e experimentar a morte. O homem agora tinha um problema: ele precisava de alguém para lhe dar um novo corpo e lhe salvar dessa doença, o pecado”, observa.

O pastor continua: “Então, Deus envia seu próprio filho, Jesus, para salvar a humanidade da segunda morte — a morte que separa o homem de Deus para sempre. Todas as pessoas que não tem a salvação, além de passarem pela morte do corpo, vão enfrentar esta segunda morte”.

Esperança em Jesus

Mas a Bíblia é um livro de esperança e o plano de Deus foi consumado por meio de Seu filho, explica Engel. 

“Jesus entregou seu corpo à morte na Cruz por amor à humanidade. Mas ali no túmulo, o plano de Deus não acabou — no terceiro dia, o espírito de Deus sopra sobre Jesus e seu corpo ressuscita. A morte já não pode mais lhe tocar”, afirma.

“A morte já cumpriu seu papel de punir o homem por seu pecado, mas a ressurreição resolve o problema do pecado e o corpo mortal ganha a imortalidade”.

Engel lembra que “Jesus entrou na região dos mortos, pisou na cabeça de Satanás, e tirou de suas mãos a chave da morte”.

“Nós, que entregamos a vida para Jesus e fomos salvos, recebemos esse benefício. Jesus já pagou o preço por nosso pecado. Ele ressuscitou e o próximo será você”, finaliza.

Fonte: Portal Guiame

sábado, 8 de maio de 2021

Homem morre cantando louvor sobre a volta de Jesus durante evangelismo, no Tocantins




 “No abrir e fechar de olhos, os mortos em Cristo ressuscitarão. Os vivos serão transformados e arrebatados deixando este chão”. Essas foram as últimas palavras cantadas por Eduardo Medeiros Filho, que morreu enquanto evangelizava nas ruas do Tocantins na noite desta quarta-feira (5).

Instantes depois de louvar a Deus durante o evangelismo, o servidor público de 54 anos sofreu um infarto fulminante na Avenida Bernardo Sayão, em Paraíso do Tocantins, na região central do estado.

Um vídeo, que foi gravado momentos antes de Eduardo passar mal, mostra ele cantando a música “Festa do Céu”, do cantor Zé Castilho. “E quando chegarmos no céu uma festa vai acontecer, um lindo hino da vitória. Os anjos ali vão reger um grande banquete no céu, disposto pra todos ali. Sentaremos ali sobre a mesa, Jesus Cristo é quem vai servir”, diz a letra.

Assista aqui.

Eduardo Medeiros morava e frequentava uma igreja evangélica em Paraíso do Tocantins, mas trabalhava como servidor da Prefeitura de Barrolândia, a cerca de 40 quilômetros de distância. Ele atuava como motorista de ambulância e era muito querido na cidade. 


Eduardo foi levado para o Hospital Regional de Paraíso do Tocantins pelo Samu, após sofrer o infarto, mas não resistiu.

A Prefeitura de Barrolândia emitiu uma nota de pesar: “Lamentamos muito o ocorrido e nos solidarizamos com a família e amigos. Eduardo era um servidor deste município e nos deixa com uma imensa saudade”, diz a nota.

O velório está sendo realizado nesta quinta-feira (6) em Barrolândia e o sepultamento será no cemitério da cidade. Eduardo deixa esposa e três filhos.

Fonte: Portal Guiame

Biden se torna o primeiro presidente americano a omitir ‘Deus’ no Dia Nacional de Oração



 A Casa Branca publicou uma proclamação do presidente Joe Biden para o Dia Nacional de Oração, celebrado nesta quinta-feira (6) nos Estados Unidos. Apesar de exaltar a importância da oração, o texto não menciona Deus pela primeira vez desde a criação da data.

Por uma lei promulgada em 1952, todo presidente dos EUA deve emitir anualmente uma proclamação para o Dia Nacional de Oração, encorajando os americanos a orar. A data é celebrada toda primeira quinta-feira de maio.

“Celebramos nossa incrível sorte de que, como americanos, podemos exercer nossas convicções livremente — não importa nossa fé ou crenças”, diz a proclamação. “Vamos encontrar em nossas orações, como quer que sejam feitas, a determinação de superar as adversidades, superar nossas diferenças e nos unir como uma nação para enfrentar este momento da história.”

Biden também destacou o Dia Nacional de Oração como um momento de se unir “com propósito e determinação” e se comprometer “com as liberdades fundamentais que ajudaram a definir e guiar nossa nação desde seus primeiros dias”.

A proclamação, porém, omite a palavra “Deus”, tornando Joe Biden o primeiro presidente dos EUA a não mencionar Deus em seu discurso no Dia Nacional de Oração. 

David Brody, o principal analista político da CBN News, fez uma crítica à proclamação presidencial. “A Proclamação do Dia Nacional de Oração de Joe Biden foi publicada e não menciona Deus se quer uma vez! Como você lança uma proclamação sobre oração e não menciona Deus?”, questionou no Twitter.

A constatação foi feita pelo Christian Headlines a partir de um levantamento no The American Presidency Project, um site oficial que reúne documentos presidenciais.

Todos os presidentes citaram Deus

Todas as proclamações desde 1953 — o primeiro ano desde a lei aprovada pelo Congresso dos EUA — incluíram "Deus" até 2021. 

O projeto de lei foi assinado em 1952 pelo presidente Harry Truman, depois que uma declaração de Billy Graham foi parar na Câmara e no Senado dos EUA. Na época, durante a Guerra da Coréia, Graham expressou o desejo de ter um dia de oração no país, em discurso nas escadas do Capitólio americano.

“Que coisa emocionante e gloriosa seria ver os líderes de nosso país hoje ajoelhados diante do Deus Todo-Poderoso em oração. Que emoção varreria este país. Que esperança e coragem renovadas dominariam os americanos nesta hora de perigo”, disse Billy Graham.


Graham então lançou um desafio para um Dia Nacional de Oração, que foi apresentado à Câmara e Senado americanos e aprovado como lei desde então.

A proclamação do presidente Donald Trump em 2018 mencionou “Deus” várias vezes: “Neste Dia Nacional de Oração, vamos nos reunir, todos de acordo com sua fé, para agradecer a Deus por Suas muitas bênçãos e pedir Sua contínua orientação e força.”

A proclamação do presidente Barack Obama em 2015 fez referência a Deus três vezes, incluindo a seguinte frase: “Por meio da oração encontramos a força para fazer a obra de Deus”. A proclamação de Obama em 2010 dizia: “Neste dia, vamos dar graças pelas muitas bênçãos que Deus concedeu à nossa nação”.

A proclamação do presidente George W. Bush em 2003 dizia: “Nos reunimos para agradecer a Deus pelas muitas bênçãos de nossa nação, para reconhecer nossa necessidade de Sua sabedoria e graça e para pedir-Lhe que continue a zelar por nosso país nos dias que virão”.

A proclamação do presidente Bill Clinton de 1995 dizia: “Não esqueçamos essas dolorosas lições do nosso passado, mas continuemos a buscar a orientação de Deus em todas as questões da nossa nação”.

A proclamação do presidente George H.W. Bush de 1991 dizia: “Como uma nação sob o domínio de Deus, nós, americanos, estamos profundamente cientes de nossa dependência do Todo-Poderoso e de nossas obrigações como povo que Ele abençoou ricamente.”

A proclamação do presidente Ronald Reagan em 1987 encorajou os americanos a "voltar nossos rostos e nossos corações a Deus não apenas em momentos de perigo pessoal e conflito civil, mas em plena flor da liberdade, paz e abundância que Ele derramou sobre nós".

A proclamação do presidente Jimmy Carter de 1979 dizia: “Perseveramos e permanecemos como uma terra de esperança por causa da bondade e força de nosso povo e porque o Deus de todos nós nos mostrou Seu favor”.

A proclamação do presidente Gerald Ford em 1976, emitida durante a celebração do bicentenário dos EUA, dizia: “Reflitamos também sobre a profunda fé em Deus que inspirou os pais fundadores”.

A proclamação do presidente Richard Nixon em 1973 dizia: “A América é uma nação sob o domínio de Deus”.

A proclamação do presidente Lyndon Johnson em 1967 dizia: “Que cada um de nós ore para que Deus nos conceda a constância para prevalecer na defesa da liberdade e a coragem e resolução para preservar e estender Suas bênçãos de liberdade.”

A proclamação do presidente John Kennedy em 1962 dizia: “Que possamos pedir especialmente a bênção de Deus sobre nosso lar, para que esta unidade integral da sociedade possa nutrir nossos jovens e dar-lhes a fé necessária em Deus, em nossa nação e em seu futuro.”

A proclamação do presidente Dwight Eisenhower de 1959 dizia: “Lembremo-nos de que nosso Deus é o Deus de todos os homens, que somente como todos os homens são livres, a liberdade pode ser assegurada para qualquer um, e que somente quando todos prosperam, qualquer um pode se contentar com sua boa fortuna”.

A proclamação do presidente Harry Truman em 1952 encorajou os americanos a “suplicar a Deus que nos dê sabedoria para saber o curso que devemos seguir”.

Foi Truman, em 1952, quem assinou um projeto de lei exigindo que os presidentes emitissem anualmente uma proclamação do Dia Nacional de Oração.


Fonte: Portal Guiame

Fósseis marinhos encontrados no topo do monte Everest podem ser a prova do dilúvio bíblico



 O grande dilúvio é uma das narrativas mais famosas da Bíblia. Embora o tema seja bastante polêmico e, considerado por muitos como religioso, há cientistas alertando sobre importantes evidências de que os relatos bíblicos apontam para fatos e não para mitos.

Os fósseis marinhos encontrados no topo do monte Everest podem ser uma prova de que o dilúvio realmente aconteceu em proporções globais. 

Dilúvio e Ciência

A narrativa do dilúvio é encontrada nos capítulos 6 a 9 do livro de Gênesis e a história fala sobre a decisão divina de exterminar sua criação através de muita água, afogando seres humanos e animais, exceto aqueles que se refugiaram na arca de Noé. 

Segundo as Escrituras, Noé e sua família foram poupados e também resgataram casais de animais de todos os tipos existentes. Enquanto flutuavam dentro da arca, as águas subiram vários metros acima das montanhas.

“Quarenta dias durou o Dilúvio sobre a terra, e as águas aumentaram e elevaram a arca acima da terra. As águas prevaleceram, aumentando muito sobre a terra, e a arca flutuava na superfície das águas. As águas dominavam cada vez mais a terra, e foram cobertas todas as altas montanhas debaixo do céu. As águas subiram até quase sete metros acima das montanhas.” (Gênesis 7.17-20)

Muitos questionam e criticam a viabilidade da história. Alguns especialistas calculam que a água na Terra teria que se multiplicar milagrosamente em cerca de 250 por cento. Apesar das críticas, a NASA confirmou a presença de calcário e “fósseis marinhos do oceano” no topo do monte Everest.

Watch Jerusalem, um site dirigido por analistas que buscam mostrar como os eventos atuais são o cumprimento do que foi profetizado na Bíblia, afirmou que os fósseis provam que, em algum ponto da história, a Terra foi coberta com água.

Argumentos científicos

Os analistas declararam: “Se você alisasse totalmente tudo na Terra, nivelando montanhas e preenchendo vales e fossas marítimas, o mar não apenas cobriria tudo, mas a terra seca ficaria submersa em cerca de 2,4 quilômetros de profundidade”. 

“Então, sim, há água suficiente na Terra para cobrir a massa de terra existente, independente do relato bíblico de que o dilúvio prevaleceu acima do pico mais alto da época”, concordaram os analistas.

Agora eles acreditam que a seguinte pergunta deve ser feita: “O que os peixes antigos estão fazendo no topo do monte Everest? Para eles essa é uma evidência física da realidade do dilúvio.

“A presença de calcário e fósseis marinhos do oceano no topo dessas montanhas é uma das principais evidências citadas que avançaram para a ideia de placas tectônicas”, opinaram os especialistas da NASA.

Eles dizem que essa teoria científica descreve os grandes pedaços da superfície da Terra movendo-se sobre a rocha derretida em seu núcleo. O analista da Watch Jerusalem, Christopher Eames, observou: “O território da Índia já fez parte de um supercontinente chamado Gondwana. 

Essa ideia explica que os continentes se movem cavalgando sobre as placas da litosfera terrestre. Alguns acreditam que isso prova que as áreas que agora estão secas podem ter sido cobertas de água.

Segundo Eames, a deriva continental tem sido usada para explicar a natureza do fundo do mar do Himalaia e, em vez de descartar o relato bíblico, a mecânica serve apenas para apoiá-lo. "A deriva continental demonstra não apenas como podem ocorrer inundações catastróficas em toda a Terra, mas pode mostrar as que já aconteceram também”, afirmou.

Ciência da geologia

Nos primeiros estágios de desenvolvimento da ciência da geologia, os fósseis foram interpretados como evidências de inundações anteriores. À medida que a geologia moderna se desenvolveu, os geólogos encontraram evidências de uma Terra antiga e inconsistente com a noção de que ela se desenvolveu em uma série de cataclismos, como o dilúvio de Gênesis.  

Em 1830, os geólogos descobriram cada vez mais que as evidências apoiam uma série de inundações locais. Os defensores da “geologia do dilúvio” sustentam uma leitura literal de Gênesis 6 a 9 e consideram suas passagens historicamente precisas.

Eles usam a cronologia interna da Bíblia para situar o dilúvio de Gênesis e a história da arca de Noé nos últimos 5 mil anos. Mas, a “datação científica” de fósseis refutou este argumento-chave da narrativa.

Há controvérsias entre a Geologia do Dilúvio  e o consenso científico em geologia, além de não haver harmonia entre aqueles que defendem o texto bíblico e os que se debruçam apenas sobre a geofísica, paleontologia, biologia e arqueologia.

Fonte: Portal Guiame

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