sábado, 27 de novembro de 2021

Cristão sobrevive a quadro gravíssimo de Covid-19 e leva família e enfermeira a Jesus



 Apesar de ser saudável e ter uma vida de atleta, o cristão Javier Fabian Vázquez, de 44 anos, contraiu coronavírus e desenvolveu um quadro gravíssimo. Em março deste ano, Javier sentiu os sintomas da doença muito forte e precisou ser internado no hospital.

O homem chegou à emergência com muita febre, saturação baixa e já com 25% dos pulmões comprometidos. Segundo Fabian, tudo aconteceu muito rápido e seu quadro de saúde se agravou em poucos dias.

“Mal consegui me despedir da minha esposa. Só deu tempo de eu mandar uma mensagem para ela dizendo: ‘Estão me levando!’. Depois disso, tirei a aliança, e os meus pertences e coloquei numa sacolinha para que entregasse a ela”, contou ao site da Igreja Batista Atitude.

Quando chegou a emergência, Javier foi internado na Unidade Semi-Intensiva e no dia seguinte foi entubado em estado grave. De forma repentina, o cristão desenvolveu diversas complicações devido a Covid-19: pneumotórax, pneumomediastino, fístula no pulmão, trombose, enfisema subcutâneo e infecções. 

“Minha esposa conta que no primeiro vídeo que ela recebeu do médico assistente, ela não conseguia me reconhecer. Foi muito difícil porque eu virei outra pessoa, os meus olhos vieram para fora. Estava com drenos, traqueostomizado, de fralda e contido no leito”, disse Javier.

Nesse momento, a esposa Larrubia decidiu criar um grupo de oração online para interceder por Fabian. Amigos, familiares, pastores e irmãos da célula do casal passaram a se reunir todos os dias, através do Zoom, para orar. 

“Apesar de ser novo, com saúde e sem comorbidades, meu quadro estava muito complicado. Tiveram momentos inclusive que médicos e enfermeiros comentaram que eu talvez não saísse com vida”, relatou o cristão.

Durante a internação, a esposa Larrubia fez amizade com Alyne, uma das técnicas de enfermagem, que estava afastada dos caminhos do Senhor. Larrubia deu um óleo de unção para ela e pediu que, sempre que estivesse de plantão, orasse por Javier. 

Certa madrugada em que Alyne estava trabalhando, ela orou com as mãos sobre os olhos de Javier. Na mesma hora, lágrimas saíram e os olhos desincharam. A técnica de enfermagem foi impactada por testemunhar o milagre e acabou se reconciliando com Deus. 

Os irmãos da igreja de Fabian continuaram firmes orando e jejuando por sua recuperação e Deus começou a agir. A saturação dele aumentou para o nível ideal e a equipe médica começou o processo de retirar os sedativos para o homem despertar.

"Quando acordei vi muitas pessoas em volta da minha cama de mãos dadas, clamando em voz alta, eu cheguei a perguntar , ao acordar, quantas pessoas estavam na sala. Mas soube que só estava eu e o meu médico assistente. Tenho certeza que naquele momento Deus permitiu eu ter uma visão de todas as pessoas que estavam orando por mim”, testemunhou Javier.

O processo de recuperação foi difícil para o cristão, que perdeu 30 kg. Ele foi transferido para a CTI não-Covid e começou a fisioterapia motora e respiratória. Durante todo esse processo, Fabian fez vídeo chamadas com a esposa, que orava e cantava para ele.

Certo dia, já no quarto, o cristão estava muito triste e desanimado com a demora de sua recuperação, quando seu pastor, Felipe Freitas, o visitou e lhe disse: “Javier, vai passar!”. Tempo depois, o homem foi diagnosticado com pneumonia e precisou retornar para a CTI.

“Naquele momento foi como se eu estivesse voltando à estaca zero. Eu comecei a orar muito, e repetia a frase que o pastor Freitas tinha falado: Vai passar, vai passar! Foi como se Deus me desse uma sacudida dizendo: ‘Acorda! Você já teve a sua segunda chance, você é um milagre, agora depende de você '. Não sei explicar, mas peguei força, fiquei mais confiante e naquele segundo dia voltei para o semi-intensivo”, testemunhou Javier.

Após 4 meses internado, o cristão finalmente recebeu alta e voltou para casa curado da Covid-19. “Muitas igrejas querem que eu vá falar sobre o que Deus fez em minha vida, entendo que não é sobre o que vivemos, mas o que alcançaremos! Eu era conhecido como ‘o argentino’ e ‘o tatuado’. Hoje sou chamado de milagre ambulante. Se você ainda tem dúvida de milagre, eu sou a prova viva disso!”, declarou.

Além do milagre de sobreviver a um quadro grave de Covid-19, Javier testemunhou o milagre da fé em sua própria família. Suas duas cunhadas se converteram a Jesus e os primos ateus de Larrubia passaram a crer em Deus, após contemplarem sua cura.

Fonte: Portal Guiame

Rodrigo Silva fala sobre unificação mundial após pandemia: ‘É um caminho sem volta’



 Durante uma entrevista ao podcast “Inteligência Ltda”, o arqueólogo e teólogo Rodrigo Silva foi questionado sobre o fim dos tempos. Há sinais? Estamos no tempo do fim? A pandemia faz parte disso? O Anticristo já está entre nós? Como podemos saber em que tempo bíblico vivemos agora?

Rodrigo lembrou das palavras de Jesus, em Mateus 24, quando respondeu aos discípulos sobre os sinais de sua segunda vinda e sobre os alertas dados por ele para que ninguém fosse enganado. 

“Jesus disse que ouviríamos falar de guerras e rumores de guerras, fomes e terremotos em vários lugares, mas que tudo isto indicaria o princípio das dores”, disse ao enfatizar que guerras, fomes e terremotos sempre existiram no mundo atual. 

Ele aponta, então, para o último livro da Bíblia para ter mais pistas sobre o tempo do fim. “No livro de Apocalipse há elementos que indicam quando o fim for próximo. Embora, ninguém saiba o dia ou a hora da volta de Jesus, seria estupidez tentar adivinhar”, ressaltou.

“Podemos saber a proximidade dos tempos em que vivemos”

Para o arqueólogo existem algumas características bem peculiares que apontam que estamos bem próximos do tempo do fim. Para começar, ele indica a leitura de Apocalipse 11.18.

“As nações se iraram; e chegou a tua ira. Chegou o tempo de julgares os mortos e de recompensares os teus servos, os profetas, os teus santos e os que temem o teu nome, tanto pequenos como grandes, e de destruir os que destroem a terra”. (Apocalipse 11.18)

“Na época de Cristo não tinha como destruir a Terra. A profecia do Apocalipse fala de uma época em que a Terra pode ser destruída por seres humanos, algo que era impossível no século I”, esclareceu. 

Depois fala das pragas de Deus que vão cair. “Elas não caíram ainda, mas os vislumbres delas podem estar batendo às portas”, disse ao lembrar do efeito estufa, problemas com a camada de ozônio, poluição e escassez de água. “Há previsões de que até 2025, o motivo das guerras no mundo será pela água”, alertou.

Sobre o Anticristo

“A Bíblia diz que ele vai dominar o mundo inteiro de maneira algorítmica e pacífica”, disse ao explicar que o 666 mostra que o Anticristo é uma espécie de versão de Cristo para as trevas. 

“Ele [Anticristo] faz uma paródia de Cristo”, comparou ao citar que Deus instruiu aos judeus para carregar a lei na testa e na mão. “O Anticristo também vai colocar um sinal ou uma marca na testa e na mão. Isso aponta para uma época em que a lei de Deus vai ser questionada”, continuou.

Ele também lembrou que quando chegarmos a essa época determinada ninguém poderá comprar ou vender, a não ser que tenha a marca da besta e o número do seu nome. 

“E muitos calculam que o nome Hitler dá 666, o Papa, Saddam Hussein, Bill Gates e tudo dá 666”, riu ao comentar sobre a forma como as pessoas tentam adivinhar o enigma.

“No grego diz que, aquele que tem entendimento ‘calcule’ e essa palavra quer dizer ‘faça contabilidade’ daquilo que o Anticristo vai fazer. Ele será a reconfiguração do Império Romano, que era o inimigo do povo de Deus”, advertiu.

Por que 666?

“Na cultura da Babilônia, o número 6 era base para qualquer cálculo, era um número divino. Quando Nabucodonosor ergueu uma imagem, ela tinha 60 côvados por 6. O 6 era um múltiplo divino”, detalhou. 

E depois explicou: “Apocalipse diz que ele vai controlar a economia e que os povos da terra vão segui-lo. Ninguém poderá ir contra ele. E o que estamos vendo, pela primeira vez na história, é um cenário de unificação mundial. Parece até teoria da conspiração, mas não é”, sustentou.

Rodrigo observa que as pessoas argumentam no sentido de desmerecer essa realidade. “Mas as pessoas não estão entendendo. O que está acontecendo não significa uma unificação de mentes, mas de propósitos”, pontuou.

A pandemia e a unificação global

“Quer um exemplo de que o mundo pode se unir por um propósito, apesar de se odiar mutuamente? A pandemia. O Irã está usando máscara e Israel também está usando máscara”, e continuou dando exemplos, como israelenses e palestinos, egípcios, americanos e russos. “Todos estão usando álcool em gel”, igualou. 

O teólogo disse que a unificação é possível e que depois que “o mundo parou” por causa da pandemia, a humanidade se deparou com um caminho sem volta. “Por que fala-se tanto em criptomoeda? Já estamos passando por uma transição do dinheiro”, citou um dos impulsionadores da unificação.

Deixando claro que se trata de uma “tendência”, Rodrigo também apontou que o mundo vai se unificar em nome de alguns “elementos que estão à solta como crianças bagunceiras numa casa cheia de objetos cortantes e letais e sem um adulto para controlá-las”.

Ao exemplo acima, o teólogo associou a internet. “Quem tem domínio sobre a internet? Você pode encontrar um bom podcast ou uma fórmula para o coquetel molotov [arma química incendiária usada em protestos e guerrilhas urbanas]. O camarada pode assediar você a fazer parte do Estado Islâmico”, disse ao reforçar que nem mesmo os EUA controlam a internet. 

Além disso, citou o tráfico de drogas e de armas em nível mundial, lavagem de dinheiro, terrorismo, ecologia e até a bolsa de valores. “A economia do mundo não aguenta por mais 20 anos na mão da bolsa de valores que é especulativa. Estamos economicamente vulneráveis”, emendou.

Ao mencionar que leis mundiais deverão controlar a internet e todos os outros elementos citados, explicou que todos os países vão acabar se unindo. “Não porque eles se amam, mas porque não tem outro jeito”, observou.

O caminho para o Anticristo

Para o arqueólogo, todo esse cenário forma o caminho para o Anticristo. “E quando esse governo único se interpuser entre a minha fidelidade a Deus e a minha fidelidade ao Estado, será o único momento em que estarei diante da possibilidade de uma desobediência civil”, apontou.

Segundo Rodrigo, a Bíblia sempre deixou claro que devemos respeitar as autoridades constituídas e sermos bons cidadãos. “Mas, a Bíblia também diz, em termos filosóficos, que se a lei do governo for contra a lei de Deus, não podemos ceder, ao ponto de enfrentar a morte se preciso for”, disse.

E finalizou lembrando que as Escrituras mostram que muitos anticristos já passaram pelo mundo. “Naquele tempo o anticristo era Roma, conforme os exegetas. Eles explicam que Roma retornará travestida de cristã, tentando tomar o lugar de Deus para dominar o mundo”, compartilhou. 

“A minha sugestão para todos é a seguinte: fiquem atentos às propostas governamentais. Eu vou seguir o que não infringir a minha fé, naquilo que eu entendo, pela Bíblia, ser o correto. Mas, se houver uma lei que se interpuser entre a minha fidelidade e aquilo que Deus pede de mim, aí eu estou disposto a enfrentar até a morte”, concluiu.

Fpnte: Portal Guiame

Feiticeiro tenta atrapalhar evangelismo na África e acaba se convertendo a Jesus



 Em uma de suas viagens a Moçambique, na África, a missionária Heidi Baker e sua equipe da Iris Global pregaram o Evangelho em uma aldeia remota na savana, chamada Impéria, e muitas pessoas foram curadas, libertas e salvas.

Na manhã seguinte, a equipe missionária ainda estava na aldeia conversando com os moradores, quando um feiticeiro surgiu no local, carregando três cobras venenosas nas mãos, junto com sua namorada Albertina, que também era feiticeira.

“Sua companheira tinha lepra. Ela não tinha mais nenhum dedo nas mãos e nenhum dedo nos pés. Havia apenas uns cotocos”, contou Heidi Baker.

O feiticeiro, chamado Nachuha, queria atrapalhar o evangelismo na aldeia, mas Deus estava prestes a transformar o mal em bem. Heidi e sua equipe começaram a orar e a missionária pregou a Palavra de Deus para o casal.

“Eu só queria despertá-los. E o Senhor me deu uma palavra dizendo que ele estava se sentindo realmente muito cansado. E eu apenas disse: ‘Você está tão cansado, está cansado de viver nas trevas”, afirmou Baker.

A missionária falou para o feiticeiro que eles precisavam matar suas cobras. O homem concordou e os cristãos abriram um grande buraco e queimaram as víboras. Então, Nachuha e sua namorada aceitaram Jesus como seu Salvador e, ajoelhados no chão da aldeia, receberam oração de Heidi.

“Foi tão poderoso. Instantaneamente passou a haver uma atmosfera com tanta paz ali. Deus derramou tamanha glória e paz ao redor daquele homem”, testemunhou Baker.

Outra missionária que também orava pelo casal contou que, durante a oração, viu que o veneno das cobras que haviam picado o homem começaram a escorrer de seu corpo, junto com sangue.

“Quando eu vi que isso estava acontecendo eu coloquei minha mão nas mãos dele e disse: ‘Seja curado em nome de Jesus’. E Deus curou ele completamente”, afirmou.

A missionária Heidi perguntou aos ex-feiticeiros se queriam se casar e serem batizados, e o casal respondeu: “Sim, nós queremos nos casar diante de Deus. Agora nós vamos seguir Jesus”.

O Senhor falou para Heidi colocar sua aliança de diamantes em Albertina e lhe dizer que era uma princesa. “Ela não tinha mais os dedos, sabe. Ela ficou atônita”, disse a missionária. Os votos de matrimônio do casal foram feitos à beira da água, onde logo depois foram batizados.

Libertos para uma vida nova em Cristo

Toda a aldeia testemunhou o poder de Deus agindo na vida dos ex-feiticeiros e eles descendo as águas do batismo. Mais tarde, os missionários descobriram que Nachuha era um homem perigoso, muito temido e odiado pelo povo local. E que nem a polícia havia conseguido prendê-lo. 

“Agora eles estão libertos dos demônios. Estão livres do poder maligno que estava naquelas serpentes e em toda feitiçaria”, celebrou Heidi.

Semanas depois, a equipe missionária retornou à aldeia e Nachuha testemunhou a transformação de vida que estava vivendo, após se converter a Jesus. “Ele disse que antes enfeitiçava leões, leopardos e cobras para machucar e matar pessoas. Mas que agora estava lá para receber a unção de Deus, para ter uma nova vida”, relatou Baker.

“Ele disse que no dia em que foi batizado, sentiu a presença de um Espírito totalmente diferente e ele foi completamente transformado”. 

Albertina, a esposa do ex-feiticeiro, também testemunhou que foi curada da lepra por Jesus. Hoje, Nachuha está matriculado na escola bíblica em Moçambique. 

Fonte: Portal Guiame

quinta-feira, 28 de outubro de 2021

Ministério vai enviar 100 mil Bíblias de estudo para cristãos na África até 2028



 A Ligonier Ministries está promovendo uma campanha para enviar 100 mil Bíblias de Estudo da Reforma para a África até 2028. A doação dos exemplares será feita a escolas, aldeias, seminários e igrejas em 10 países africanos.

Enviar Bíblias para a África foi a última campanha idealizada por RC Sproul, fundador da Ligonier, antes de partir para a eternidade em 2017. Inicialmente, a meta era arrecadar 36 mil Bíblias até 2028, porém, até o final de outubro deste ano, a organização já tinha distribuído cerca de 30 mil exemplares. O rápido sucesso da campanha, incentivou o ministério a aumentar a meta para 100 mil Bíblias.

A distribuição dos exemplares das Escrituras será feita em uma rede de distribuição em parceria com a Fundação Rafiki. “Não há nada mais importante para alguém do que a Bíblia. E eu amo a Bíblia de Estudo da Reforma. Mais do que uma Bíblia, é uma biblioteca inteira em um volume”, afirmou Rosemary Jensen, fundadora da Rafiki.

De acordo com a Ligonier Ministries, a Bíblia de Estudo da Reforma é um excelente recurso para líderes em regiões onde materiais teológicos são escassos, e os poucos materiais que existem são muito caros. Para a organização, colocar essas Bíblias nas mãos dos cristãos africanos impactará centenas de outras pessoas que serão discipuladas.

“Alguns demógrafos preveem que nos próximos 10 a 15 anos, mais de um bilhão de almas serão acrescentadas à população da África. Somos apresentados a uma oportunidade crítica de equipar pastores e líderes, que podem discipular a próxima geração”, afirmou Chris Larson, presidente da Ligonier Ministries.

E Acrescentou: “Ao ouvirmos sobre o crescimento expansivo da igreja no Sul Global, parece que o futuro da África é cristão. A questão é: que tipo de cristianismo será? Oramos e nos esforçamos em obediência à Grande Comissão para que a igreja não seja sacudida por ventos doutrinários, mas comprometida com a verdade. Pela graça de Deus, a Bíblia de Estudo da Reforma é capaz de desempenhar um papel fundamental neste trabalho”.

A arrecadação para a campanha está sendo feita através de doações. A contribuição para enviar 100 mil Bíblias para a Igreja africana até 2028 pode ser realizada pelo site da Ligonier

Fonte: Portal Guiame

segunda-feira, 23 de agosto de 2021

Após pedir ajuda de Deus, mulher perdoa homens que mataram seus netos em atentado nos EUA


Na manhã de 19 de abril de 1995, Kathy Sanders e sua filha, Edie, deixaram as crianças na creche. Ambos trabalhavam a apenas alguns quarteirões do prédio da creche.

Poucas horas depois, uma bomba explodiu e eles correram pelo prédio. Eles entraram na zona do crepúsculo e viram o prédio Murrah destruído. Então, uma após a outra, bombas explodiram novamente.

Kathy e Edie olharam para o prédio onde ficava a creche e tudo o que viram foi uma pilha de entulho. A mãe das crianças caiu de joelhos chorando: "Meus bebês, meus bebês!".

Dor e questionando a Deus

A dor de perder netos foi devastadora para Kathy. Para aumentar a dor de perder seus netos, estava vendo sua filha, Edie, sofrer. Foi o momento mais sombrio de sua vida a ponto de querer se matar pela primeira vez. Mais ainda, ela achou difícil orar.

“Como poderia o Deus bom e amoroso, que eu sempre amei e servi, permitir que aquilo acontecesse comigo?”, pensou a avó naquele momento.

Mas, depois disso, Kathy finalmente clamou a Deus, pedindo-Lhe que a ajudasse a superar a circunstância que ela não conseguia entender ou entender. “Se está aí, Senhor, e é real, precisa me ajudar”.

Logo depois, os suspeitos Terry Nichols e Timothy Mcveigh foram presos por seu crime hediondo.

Aprendendo sobre o perdão

Kathy buscou a verdade sobre o atentado de Oklahoma e concluiu que não foi Deus quem tirou seus netos. Em vez disso, Deus os recebeu quando voltaram para o céu.

Ela diz que conhecer a mãe de Terry Nichols, um dos homens responsáveis pelo atentado, foi o primeiro passo que teve para aprender a perdoar. “Comecei a sentar-me com ela na sala do tribunal. Comecei a comer com ela e me tornei amiga dela quando os julgamentos terminaram. Vários meses depois, recebi uma carta de Terry Nichols me agradecendo por fazer amizade com sua família”, conta.


Deus levou Kathy a perdoar as pessoas que assassinaram seus netos. Ela conta que a atitude levou um dos homens abrir seu coração para Jesus após confessar seus pecados.

“Eu passei a ser sua irmã em Cristo, e estava preocupada com o fato de sua família tê-lo esquecido na prisão. Então eu os procurei e os recebi em minha casa”, contou.

Kathy diz que entende que os assassinos precisavam ser punidos pelos seus crimes, mas que perdão e punição são coisas diferentes. Ela diz ainda que o perdão a ensinou coisas muito preciosas.

“O fardo que carregamos por causa do ódio, a falta de perdão e a amargura são devastadores. Permanecer com raiva é amargo, é como beber veneno e esperar que o inimigo morra”, disse. “Eu aprendi que o perdão me trouxe paz e alegria. Agora eu tenho um sorriso em meu rosto e uma canção em meu coração”.

“Eu aprendi também que o perdão é um grande presente que você dá a si mesmo”, concluiu.

Fonte: Portal Guiame

“Vou continuar a lutar de forma cristã”, diz jornalista presa na China em greve de fome


 A jornalista cristã Zhang Zhan, presa na China por reportar o surto de Covid-19 no país comunista, está com sua saúde debilitada, após protestar por meio de uma greve de fome. 

A Christian Solidarity Worldwide (CSW), uma organização cristã que trabalha pela liberdade religiosa no mundo, está pedindo a libertação imediata de Zhang para que ela possa receber os cuidados médicos necessários.

De acordo com a organização, a jornalista está há sete meses em prisão preventiva, onde foi alimentada à força por oficiais, ao fazer greve de fome. Ela também foi acorrentada e teve as mãos amarradas durante 24 horas por mais de três meses. 

Na última reunião com seu advogado em janeiro deste ano, Zhang informou que continuava fazendo uma greve de fome parcial, como maneira de protesto. "Vou continuar a lutar de forma cristã, mesmo que custe a minha vida. Vou fazer que eles [as autoridades chinesas] se arrependam, e eu continuarei a orar para que o grande amor de Deus me guie”, disse. 

Em 2 de agosto, os pais de Zhang Zhan foram informados pelas autoridades penitenciárias de que a jornalista foi hospitalizada no final de julho e está gravemente doente, devido a uma desnutrição.

O presidente da CSW, Mervyn Thomas, denunciou que a deterioração da saúde da cristã era "alarmante", a ponto dela precisar usar uma cadeira de rodas.

“Pedimos urgentemente às autoridades chinesas que libertem Zhang Zhan em liberdade condicional o mais rápido possível e garanta que ela receba atendimento médico imediato e adequado”, solicitou Thomas.

"Pedimos ainda às autoridades que garantam que sua família tenha permissão para se encontrar com ela diretamente e receba informações precisas e oportunas de profissionais médicos sobre sua condição e status”.

Zhang está entre os vários jornalistas que foram detidos pelo governo chinês por noticiar os primeiros estágios do surto de Covid-19, em Wuhan, em maio de 2020. A profissional foi condenada a quatro anos de prisão por "provocar brigas e provocar problemas" em um julgamento a portas fechadas em dezembro do ano passado.

"A Sra. Zhang foi ilegalmente presa por exercer seus direitos fundamentais à liberdade de expressão", protestou Mervyn Thomas. 

Fonte: Portal Guiame

quinta-feira, 19 de agosto de 2021

Pedido para evacuar 228 missionários no Afeganistão é feito a Boris Johnson

 

Um membro cristão do Parlamento do Reino Unido pediu ao Primeiro Ministro do Reino Unido, Boris Johnson, que evacue os 228 missionários britânicos do Afeganistão, após o grupo extremista Talibã retomar o poder do país.

Ian Paisley Jr, do Partido Democrata Unionista, levantou o problema nesta quarta-feira (18) durante o discurso do Primeiro Ministro a respeito do Afeganistão.

“Ele [Boris Johnson] estará ciente de que há 228 missionários no Afeganistão atualmente sob sentença de morte. Esses missionários precisam ser retirados do país. Claro, há dezenas de milhares de outros que estão sob sentença de morte e temem por suas vidas”, apelou Paisley.

O parlamentar cristão questionou se Boris Johnson "garantirá à casa que todos os esforços serão feitos para trazer de volta a um porto seguro as pessoas cujas vidas estão ameaçadas como resultado da catástrofe e do episódio de política externa que ocorreu em aquele país”.

Johnson agradeceu a Paisley Jr. por trazer à tona o "caso muito carente" e assegurou que a Câmara do Parlamento está se esforçando para trazer os britânicos em segurança. 

“Tenho certeza de que colegas em toda a casa — literalmente cada membro, eu imagino — receberam mensagens de pessoas que conhecem alguém que precisa sair do Afeganistão, e posso dizer ao Meritíssimo Senhor que estamos fazendo tudo o que podemos para ajudar [a sair] desse país, aquelas pessoas com quem temos uma dívida de obrigação", respondeu o Primeiro Ministro. 

Boris Johnson acrescentou que o Parlamento já "garantiu o retorno seguro de 306 cidadãos do Reino Unido e 2.052 cidadãos afegãos como parte de nosso programa de reassentamento, com mais 2.000 pedidos afegãos concluídos e muitos mais em processamento".

Segundo o jornal Axios, Johnson conversou com o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, sobre a situação do Afeganistão. Os líderes discutiram a "necessidade de uma coordenação próxima e contínua entre aliados e parceiros democráticos sobre a política do Afeganistão no futuro, incluindo maneiras de a comunidade global fornecer mais assistência humanitária e apoio para refugiados e outros afegãos vulneráveis", conforme comunicado da Casa Branca.

De acordo com a Missão Portas Abertas, o retorno do Talibã ao poder “representa uma realidade devastadora para o pequeno número de crentes ali. O Afeganistão já é um lugar brutal para a Igreja. Os seguidores de Jesus estão sob risco constante, e o perigo que enfrentam é muito real”.

O Afeganistão ocupa o segundo lugar na lista de países mais perseguidos de 2021, do Portas Abertas. Os cristãos afegãos vivem sob intensa pressão e sob ameaça de morte iminente.

Fonte: Portal Guiame

‘Estamos no fim dos tempos e devemos pregar a todos’, diz pastor que evangeliza nas ruas


 O pastor Charles Kaloli Nsubuga está reforçando a missão de pregar o Evangelho em mercados e estradas para compartilhar as Boas Novas para mais famílias e comunidades no distrito comercial central de Kampala, em Uganda.

Com um sistema de alto-falantes, púlpito portátil e um intérprete, o Pr. Kaloli insistiu que vivemos no Fim dos Tempos, portanto, os ministros do Evangelho devem permanecer comprometidos em preparar as nações para a vinda de Jesus Cristo.

Ele citou Mateus 24:14, que diz: “E Este Evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações; e então virá o fim.”

Por meio de Mateus 11: 28-29, que diz em parte: “Vinde a mim, todos vós que estais cansados ​​e oprimidos, e eu vos aliviarei ...”, o pastor Kaloli explicou que Jesus Cristo oferece esperança a todos os desafiados pelas dificuldades desencadeadas principalmente pela pandemia.

Ele insistiu que o desejo de Deus é que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento e recebam o dom da salvação de Deus por meio de Jesus Cristo.

Dificuldades com internet

Nem todo cristão em Uganda tem acesso a serviços de transmissão ao vivo ou outras plataformas digitais usadas para compartilhar o Evangelho após o fechamento prolongado de igrejas devido à Covid-19. Essa é a razão que alguns líderes da Igreja, como o pastor Kaloli Nsubuga do Miracle Worship Center, decidiram ministrar em locais públicos.

Enquanto o presidente Yoweri Kaguta Museveni relaxou a maioria das restrições ao coronavírus na sexta-feira (13) para permitir a recuperação do setor privado, os prédios da igreja permanecerão fechados por mais 60 dias, junto com escolas, academias e bares etc.

Os relatórios mostram que havia 12,16 milhões (26,2%) de usuários de Internet em Uganda em janeiro de 2021. O número de usuários de Internet no país aumentou apenas 1,5 milhões (+ 14%) entre 2020 e 2021.

Longe da realidade local

O Dr. Dennis Kilama, pastor e vice-reitor da Universidade Renovação da África em Uganda, uma universidade evangélica que prepara líderes para transformar a sociedade, escreveu um artigo, publicado pela Gospel Coalition (África), dizendo que, na esteira do Covid-19, a possibilidade de pastorear uma congregação usando a internet está longe da realidade e não é uma possibilidade para a maioria dos pastores africanos.

“A Internet é um luxo. Poucos podem pagar", disse ele, observando, no entanto, que "este não é o momento para um pastor se retirar e tirar uma licença sabática".

Ele avisou aos pastores que muitos fiéis que ficaram sem pastor se alimentarão de “veneno espiritual” que poderia causar efeitos de destruição a longo prazo após o fim do Covid-19.

O Pr. Dennis Kilama disse ainda que é essencial que os pastores reestruturem as operações do ministério da igreja e pratiquem a liderança como uma equipe e não como liderança individual. “Certifique-se de que cada membro esteja diretamente sob algum cuidado pastoral e responsabilidade”, disse ele.

Pastorear de perto

O pastor recomendou o uso regular de comunicação telefônica e registro de detalhes da situação de cada membro.

“Conheça a situação de cada membro durante esta pandemia e como apoiá-los. A maioria das pessoas nas igrejas africanas vive em um espaço geográfico próximo que pode ser percorrido a pé ou acessível por transporte público. É importante que um pastor praticamente agrupe os membros com base em seu local de residência. Isso garantirá que a qualquer momento um membro possa ser facilmente alcançado por outro membro da igreja para fornecer apoio um ao outro. É preciso entender que distanciamento social não é distanciamento relacional”, afirmou.

“Dos fiéis à liderança e da liderança aos fiéis. As linhas de comunicação devem ser esclarecidas para os membros. Coloque cuidado pastoral sobre os membros em suas diferentes áreas. Cada 10 pessoas deve ter um líder pastoral a quem se reportar. Prepare material que eles possam usar quando a congregação não puder reunir corporativamente. Isso pode incluir um esboço de sermão, um guia de estudo da Bíblia e uma planilha para crianças. Isso informará o conteúdo do estudo e as reflexões das escrituras. E evite a infiltração de falsas doutrinas”, disse o Pr. Kilama.

Fonte: Portal Guiame

Governo do Sudão detém carregamento de Bíblias na alfândega, denunciam líderes cristãos


Líderes cristãos no Sudão, África, revelaram que o governo deteve um carregamento de Bíblias, exigindo taxas alfandegárias das quais a literatura religiosa está isenta. Os líderes da Igreja afirmaram que há uma grande necessidade de Bíblias em árabe entre os cerca de 2 milhões de cristãos no país.

O reverendo Saad Idris Komi, presidente da Igreja Pentecostal do Sudão, afirmou que as autoridades alfandegárias não liberaram a remessa de Bíblias no início deste mês, por rejeitarem o pedido de isenção de impostos da igreja. 

Líderes cristãos no Sudão, África, revelaram que o governo deteve um carregamento de Bíblias, exigindo taxas alfandegárias das quais a literatura religiosa está isenta. Os líderes da Igreja afirmaram que há uma grande necessidade de Bíblias em árabe entre os cerca de 2 milhões de cristãos no país.

O reverendo Saad Idris Komi, presidente da Igreja Pentecostal do Sudão, afirmou que as autoridades alfandegárias não liberaram a remessa de Bíblias no início deste mês, por rejeitarem o pedido de isenção de impostos da igreja. 

O pastor Komi explicou que desde de julho de 2020, a Lei dos Direitos e Liberdades Fundamentais do Sudão garante a isenção de impostos sobre a literatura religiosa. 

O conselheiro do ministro do Ministério de Assuntos Religiosos e Dotações do Sudão, o cristão Botrous Badawi, apresentou uma reclamação sobre o carregamento de Bíblias detido durante um workshop sobre liberdade religiosa em Cartum, capital do país, no dia 8 de agosto. 

Imóveis das igrejas confiscados

Badawi também criticou a falta de medidas das autoridades para devolver os imóveis de igrejas, que foram confiscados no governo do ex-presidente Omar al-Bashir, deposto em abril de 2019. 

Entre os imóveis, está o antigo Clube Católico, localizado em frente ao Aeroporto Internacional de Cartum. Durante a presidência de Bashir, o prédio foi transformado na sede do Partido do Congresso Nacional. 

Um prédio da Igreja do Interior do Sudão, usado pela Igreja Internacional de Cartum e por outras organizações cristãs, também foi confiscado para abrigar os escritórios do antigo Serviço Nacional de Inteligência e Segurança (NISS), que prendia cristãos sem acusação ou julgamento.

Durante o governo islâmico de Bashir, igrejas foram confiscadas ou destruídas, e a literatura cristã foi limitava sob a justificativa de que a maioria dos cristãos sudoneses já haviam deixado o país, de acordo com o relato dos líderes da Igreja.

Desde 2012, o Sudão expulsou cristãos estrangeiros e autoridades invadiram livrarias cristãs e prenderam crentes. O governo ameaçou de morte os seguidores de Cristo que se recusaram a abandonar o país e a delatar outros cristãos. Em abril de 2013, o então Ministro de Orientação e Dotações do Sudão anunciou que licenças para a construção de novas igrejas não seriam concedidas.

governo de transição, iniciado em 8 de setembro de 2019, liderado pelo primeiro-ministro Abdalla Hamdok, ficou encarregado de governar durante um período de 39 meses. Hamdok enfrenta o desafio de erradicar a corrupção e um estado islâmico, enraizado durante os 30 anos de poder de Bashir. 

Em março de 2020, o Sudão ordenou o fim dos comitês impostos às igrejas pelo antigo regime, uma medida necessária para devolver as propriedades da igreja. Agora, os líderes cristãos aguardam a ação legal para recuperar seus prédios. Eles estão exigindo que o governo de transição devolva todos os imóveis que foram tomados de forma indevida. 

Sudão está na 12º posição na lista dos países mais perseguidos, de 2021, da Missão Portas Abertas.  

Fonte: Portal Guiame

quinta-feira, 3 de junho de 2021

Israel elege seu 11º presidente, neto do primeiro rabino-chefe do país



 O presidente da Agência Judaica, Isaac Herzog, foi eleito o 11º presidente de Israel depois de receber 87 votos dos membros do Knesset, o parlamento israelense. Sua oponente, Miriam Peretz, recebeu 27 votos e três abstenções.

Foi a maior vitória das eleições presidenciais na história de Israel. Herzog substituirá o presidente Reuven Rivlin quando seu mandato terminar, em 9 de julho.

Herzog é filho do sexto presidente de Israel, Chaim Herzog, e neto do primeiro rabino-chefe de Israel. Ele também tem uma longa carreira política: foi chefe do Partido Trabalhista, líder da oposição, ministro do Bem-Estar e da Diáspora.

“Serei o presidente de todos”, disse Herzog, destacando os israelenses de todos os espectros políticos e os judeus da Diáspora.

Herzog disse, ao lado de Netanyahu, que estava pronto para trabalhar com qualquer governo e qualquer primeiro-ministro.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e o líder do partido de direita Yamina, Naftali Bennett (que está tentando substituí-lo), parabenizaram Herzog e desejaram felicidades a Peretz.

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, parabenizou Herzog na quarta-feira (2). “Estou confiante de que, sob sua presidência, a parceria entre Israel e os EUA continuará crescendo e se aprofundando”.

O cargo da presidência de Israel é em sua maior parte cerimonial, mas desempenha um papel fundamental na decisão de quem recebe o mandato para formar um governo após as eleições. O presidente também tem o poder de conceder clemência, o que poderia se tornar importante caso Netanyahu fosse condenado em seu julgamento por corrupção, que está em andamento.

Fonte: Portal Guiame

Pastor traz esperança para os que estão em luto: “Quando Jesus voltar, não haverá morte”

 


O que acontece após a morte? Ainda há esperança de reencontrar alguém que partiu? Estes têm sido os questionamentos em tempos de pandemia, enquanto o número de mortos pela Covid-19 continua aumentando dia após dia.

Para responder a estas perguntas, o pastor Joel Engel é enfático: “Vamos nos reencontrar sim, e isso vai acontecer a qualquer momento, quando Jesus voltar. É por isso que amamos a volta de Jesus, porque essa é a nossa esperança. Ele vai voltar, e todos aqueles que partiram crendo Nele, irão ressuscitar”.

Sua resposta é baseada em 1 Tessalonicenses 4:13-17, que diz: “Não queremos que vocês sejam ignorantes quanto aos que dormem, para que não se entristeçam como os outros que não têm esperança. Se cremos que Jesus morreu e ressurgiu, cremos também que Deus trará, mediante Jesus e juntamente com ele, aqueles que nele dormiram.” 

O texto continua: “Nós, os que estivermos vivos, os que ficarmos até a vinda do Senhor, certamente não precederemos os que dormem. Pois, dada a ordem, com a voz do arcanjo e o ressoar da trombeta de Deus, o próprio Senhor descerá do céu, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois disso, os que estivermos vivos seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, para o encontro com o Senhor nos ares. E assim estaremos com o Senhor para sempre”.

Em culto transmitido na terça-feira (1), o pastor Joel Engel explica que todos aqueles que creem em Jesus, serão arrebatados nas nuvens quando Cristo voltar. “Mas antes de sermos arrebatados, todos os que morreram em Cristo serão ressuscitados e receberão um corpo novo, o que chamamos de corpo glorificado. Esse corpo não morre mais”, ensina.

“A partir deste momento, iremos viver para sempre, porque estaremos com o Senhor. Foi esse encontro tão esperado que deu forças para os apóstolos entregarem suas vidas como mártires”, observa o pastor.

Criados para voltar à origem

Para entender a causa da morte, Joel Engel volta à história da origem da humanidade, relatada em Gênesis 1. “Quando Adão e Eva foram criados no jardim do Éden, o projeto de Deus era que o homem vivesse para sempre. Você foi criado para viver eternamente com Deus e o plano vai ser concretizado; ninguém poderá impedir os planos de Deus”, lembra.

A Bíblia relata que, no princípio, o homem foi criado à imagem e semelhança de Deus. O homem, então, foi colocado para viver em plena comunhão com o Criador dentro do jardim do Éden, onde não havia morte. 

“O jardim, chamado paraíso, é o primeiro lugar para onde vamos voltar. Onde tudo começou, também será o nosso destino”, destaca Engel.

No jardim também estava Satanás, o anjo caído, mas a morte estava inativa, explica o pastor. “Mas quando o homem e a mulher comeram do fruto e desobedeceram a Deus, eles acionaram a morte”, afirma.

“Quando o homem pecou, ele ficou com uma falha interna. Por isso, eles tiveram que deixar o paraíso e experimentar a morte. O homem agora tinha um problema: ele precisava de alguém para lhe dar um novo corpo e lhe salvar dessa doença, o pecado”, observa.

O pastor continua: “Então, Deus envia seu próprio filho, Jesus, para salvar a humanidade da segunda morte — a morte que separa o homem de Deus para sempre. Todas as pessoas que não tem a salvação, além de passarem pela morte do corpo, vão enfrentar esta segunda morte”.

Esperança em Jesus

Mas a Bíblia é um livro de esperança e o plano de Deus foi consumado por meio de Seu filho, explica Engel. 

“Jesus entregou seu corpo à morte na Cruz por amor à humanidade. Mas ali no túmulo, o plano de Deus não acabou — no terceiro dia, o espírito de Deus sopra sobre Jesus e seu corpo ressuscita. A morte já não pode mais lhe tocar”, afirma.

“A morte já cumpriu seu papel de punir o homem por seu pecado, mas a ressurreição resolve o problema do pecado e o corpo mortal ganha a imortalidade”.

Engel lembra que “Jesus entrou na região dos mortos, pisou na cabeça de Satanás, e tirou de suas mãos a chave da morte”.

“Nós, que entregamos a vida para Jesus e fomos salvos, recebemos esse benefício. Jesus já pagou o preço por nosso pecado. Ele ressuscitou e o próximo será você”, finaliza.

Fonte: Portal Guiame

sábado, 8 de maio de 2021

Homem morre cantando louvor sobre a volta de Jesus durante evangelismo, no Tocantins




 “No abrir e fechar de olhos, os mortos em Cristo ressuscitarão. Os vivos serão transformados e arrebatados deixando este chão”. Essas foram as últimas palavras cantadas por Eduardo Medeiros Filho, que morreu enquanto evangelizava nas ruas do Tocantins na noite desta quarta-feira (5).

Instantes depois de louvar a Deus durante o evangelismo, o servidor público de 54 anos sofreu um infarto fulminante na Avenida Bernardo Sayão, em Paraíso do Tocantins, na região central do estado.

Um vídeo, que foi gravado momentos antes de Eduardo passar mal, mostra ele cantando a música “Festa do Céu”, do cantor Zé Castilho. “E quando chegarmos no céu uma festa vai acontecer, um lindo hino da vitória. Os anjos ali vão reger um grande banquete no céu, disposto pra todos ali. Sentaremos ali sobre a mesa, Jesus Cristo é quem vai servir”, diz a letra.

Assista aqui.

Eduardo Medeiros morava e frequentava uma igreja evangélica em Paraíso do Tocantins, mas trabalhava como servidor da Prefeitura de Barrolândia, a cerca de 40 quilômetros de distância. Ele atuava como motorista de ambulância e era muito querido na cidade. 


Eduardo foi levado para o Hospital Regional de Paraíso do Tocantins pelo Samu, após sofrer o infarto, mas não resistiu.

A Prefeitura de Barrolândia emitiu uma nota de pesar: “Lamentamos muito o ocorrido e nos solidarizamos com a família e amigos. Eduardo era um servidor deste município e nos deixa com uma imensa saudade”, diz a nota.

O velório está sendo realizado nesta quinta-feira (6) em Barrolândia e o sepultamento será no cemitério da cidade. Eduardo deixa esposa e três filhos.

Fonte: Portal Guiame

Biden se torna o primeiro presidente americano a omitir ‘Deus’ no Dia Nacional de Oração



 A Casa Branca publicou uma proclamação do presidente Joe Biden para o Dia Nacional de Oração, celebrado nesta quinta-feira (6) nos Estados Unidos. Apesar de exaltar a importância da oração, o texto não menciona Deus pela primeira vez desde a criação da data.

Por uma lei promulgada em 1952, todo presidente dos EUA deve emitir anualmente uma proclamação para o Dia Nacional de Oração, encorajando os americanos a orar. A data é celebrada toda primeira quinta-feira de maio.

“Celebramos nossa incrível sorte de que, como americanos, podemos exercer nossas convicções livremente — não importa nossa fé ou crenças”, diz a proclamação. “Vamos encontrar em nossas orações, como quer que sejam feitas, a determinação de superar as adversidades, superar nossas diferenças e nos unir como uma nação para enfrentar este momento da história.”

Biden também destacou o Dia Nacional de Oração como um momento de se unir “com propósito e determinação” e se comprometer “com as liberdades fundamentais que ajudaram a definir e guiar nossa nação desde seus primeiros dias”.

A proclamação, porém, omite a palavra “Deus”, tornando Joe Biden o primeiro presidente dos EUA a não mencionar Deus em seu discurso no Dia Nacional de Oração. 

David Brody, o principal analista político da CBN News, fez uma crítica à proclamação presidencial. “A Proclamação do Dia Nacional de Oração de Joe Biden foi publicada e não menciona Deus se quer uma vez! Como você lança uma proclamação sobre oração e não menciona Deus?”, questionou no Twitter.

A constatação foi feita pelo Christian Headlines a partir de um levantamento no The American Presidency Project, um site oficial que reúne documentos presidenciais.

Todos os presidentes citaram Deus

Todas as proclamações desde 1953 — o primeiro ano desde a lei aprovada pelo Congresso dos EUA — incluíram "Deus" até 2021. 

O projeto de lei foi assinado em 1952 pelo presidente Harry Truman, depois que uma declaração de Billy Graham foi parar na Câmara e no Senado dos EUA. Na época, durante a Guerra da Coréia, Graham expressou o desejo de ter um dia de oração no país, em discurso nas escadas do Capitólio americano.

“Que coisa emocionante e gloriosa seria ver os líderes de nosso país hoje ajoelhados diante do Deus Todo-Poderoso em oração. Que emoção varreria este país. Que esperança e coragem renovadas dominariam os americanos nesta hora de perigo”, disse Billy Graham.


Graham então lançou um desafio para um Dia Nacional de Oração, que foi apresentado à Câmara e Senado americanos e aprovado como lei desde então.

A proclamação do presidente Donald Trump em 2018 mencionou “Deus” várias vezes: “Neste Dia Nacional de Oração, vamos nos reunir, todos de acordo com sua fé, para agradecer a Deus por Suas muitas bênçãos e pedir Sua contínua orientação e força.”

A proclamação do presidente Barack Obama em 2015 fez referência a Deus três vezes, incluindo a seguinte frase: “Por meio da oração encontramos a força para fazer a obra de Deus”. A proclamação de Obama em 2010 dizia: “Neste dia, vamos dar graças pelas muitas bênçãos que Deus concedeu à nossa nação”.

A proclamação do presidente George W. Bush em 2003 dizia: “Nos reunimos para agradecer a Deus pelas muitas bênçãos de nossa nação, para reconhecer nossa necessidade de Sua sabedoria e graça e para pedir-Lhe que continue a zelar por nosso país nos dias que virão”.

A proclamação do presidente Bill Clinton de 1995 dizia: “Não esqueçamos essas dolorosas lições do nosso passado, mas continuemos a buscar a orientação de Deus em todas as questões da nossa nação”.

A proclamação do presidente George H.W. Bush de 1991 dizia: “Como uma nação sob o domínio de Deus, nós, americanos, estamos profundamente cientes de nossa dependência do Todo-Poderoso e de nossas obrigações como povo que Ele abençoou ricamente.”

A proclamação do presidente Ronald Reagan em 1987 encorajou os americanos a "voltar nossos rostos e nossos corações a Deus não apenas em momentos de perigo pessoal e conflito civil, mas em plena flor da liberdade, paz e abundância que Ele derramou sobre nós".

A proclamação do presidente Jimmy Carter de 1979 dizia: “Perseveramos e permanecemos como uma terra de esperança por causa da bondade e força de nosso povo e porque o Deus de todos nós nos mostrou Seu favor”.

A proclamação do presidente Gerald Ford em 1976, emitida durante a celebração do bicentenário dos EUA, dizia: “Reflitamos também sobre a profunda fé em Deus que inspirou os pais fundadores”.

A proclamação do presidente Richard Nixon em 1973 dizia: “A América é uma nação sob o domínio de Deus”.

A proclamação do presidente Lyndon Johnson em 1967 dizia: “Que cada um de nós ore para que Deus nos conceda a constância para prevalecer na defesa da liberdade e a coragem e resolução para preservar e estender Suas bênçãos de liberdade.”

A proclamação do presidente John Kennedy em 1962 dizia: “Que possamos pedir especialmente a bênção de Deus sobre nosso lar, para que esta unidade integral da sociedade possa nutrir nossos jovens e dar-lhes a fé necessária em Deus, em nossa nação e em seu futuro.”

A proclamação do presidente Dwight Eisenhower de 1959 dizia: “Lembremo-nos de que nosso Deus é o Deus de todos os homens, que somente como todos os homens são livres, a liberdade pode ser assegurada para qualquer um, e que somente quando todos prosperam, qualquer um pode se contentar com sua boa fortuna”.

A proclamação do presidente Harry Truman em 1952 encorajou os americanos a “suplicar a Deus que nos dê sabedoria para saber o curso que devemos seguir”.

Foi Truman, em 1952, quem assinou um projeto de lei exigindo que os presidentes emitissem anualmente uma proclamação do Dia Nacional de Oração.


Fonte: Portal Guiame

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